Os Estados Unidos registraram mais um mês de forte geração de empregos em maio, reforçando a resiliência do mercado de trabalho americano. Apesar do crescimento, a taxa de desemprego permaneceu em 4,3%.
O resultado veio acima das expectativas do mercado financeiro, que esperava uma desaceleração na criação de postos de trabalho. O dado foi divulgado pelo Departamento do Trabalho dos EUA e acompanhado de perto por investidores globais.
O setor de serviços, saúde e lazer lideraram as contratações, enquanto setores como tecnologia e manufatura mantiveram ritmo mais moderado.
Para o Brasil, os números americanos têm impacto indireto importante. Uma economia dos EUA aquecida estimula exportações brasileiras e pode influenciar decisões sobre juros do Federal Reserve, afetando o câmbio e a inflação por aqui.
Especialistas apontam que o mercado de trabalho americano segue surpreendendo positivamente, mesmo com os juros elevados. A taxa de desemprego de 4,3% ainda é considerada baixa historicamente.
O cenário reforça a resiliência da maior economia do mundo, que continua gerando vagas apesar das incertezas sobre tarifas comerciais e tensões geopolíticas globais.
Fonte: Folha de S.Paulo / UOL
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